sábado, 17 de março de 2012

Conceição de Macabu recebe apoio de projeto da FAPERJ para divulgação da coleta de óleo de cozinha no município

A adesão do município de Conceição de Macabu aos projetos apoiados pela FAPERJ no RJ para implantação de tecnologias de baixo custo e fácil operacionalidade no tratamento e reaproveitamento do óleo vegetal residual (óleo de cozinha usado) a qual utiliza tecnologia e equipamentos inovadores desenvolvidos em parceria entre a LPM do Brasil e Felicíssimo e Ramires, vem ampliar ainda mais o cinturão de ações ambientais que as duas empresas com apoio da instituição, vem criando no Estado do Rio, contemplando conjuntamente educação ambiental nas escolas, restruturação de cooperativas de reciclagem nos municípios e reaproveitamento de resíduos urbanos.

A partir do projeto apoiado pela FAPERJ em 2011 e desenvolvido pelo professor do SENAC Marcello Silveira no município de Carapebus, o legislativo de Conceição de Macabu tomou a iniciativa de participar em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente daquele município para coleta e tratamento do óleo de cozinha usado.

Inicialmente o óleo coletado em Conceição de Macabu e municípios vizinhos, será armazenado em bombonas e tanques de 1.000 litros na cidade disponibilizados pelo projeto da FAPERJ, sendo posteriormente  destinado a tratamento final em Carapebus onde o professor Marcello Silveira instalou através do seu projeto uma mini usina da LPM do Brasil.

Nas palavras do Presidente da Câmara de Vereadores de Conceição, Marlon Abreu, o apoio da FAPERJ com material de divulgação e de coleta do óleo de cozinha vem trazer um imenso benefício à região e ao turismo local cujos maiores atrativos são a beleza da fauna e flora.

A Câmara de Vereadores de Conceição de Macabu encaminhou um ofício a FAPERJ, solicitando apoio para um projeto em 2012 de implantação de uma mini usina de tratamento de óleo vegetal usado, o que atenderia a coleta em Conceição, Santa Maria Madalena, Cantagalo e outros municípios vizinhos não atendidos por Carapebus.



Mini usinas purificadoras de óleo vegetal usado da LPM do Brasil aguardam embarque para cooperativas do Complexo do Alemão no Rio de Janeiro

As 2(duas) mini usinas purificadoras de óleo vegetal usado desenvolvidas com tecnologia da LPM do Brasil em suas instalações em Campos dos Goytacazes, Estado do Rio de Janeiro, estão concluídas, aguardando o embarque final para instalação em duas cooperativas de reciclagem localizadas no Complexo de favelas do  Morro do Alemão, recentemente ocupadas e pacificadas pelo governo do estado.

O projeto é apoiado pela FAPERJ - Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro e executado por Felicíssimo e Ramires, consultoria especializada em projetos em Agroenergia, Bionergia e Meio Ambiente.

Com a visita as instalações da LPM do Brasil nestes dias 15/03 e 16/03, visita as obras em fase final na COOPCAL - Cooperativa de Catadoras do Complexo de Favelas do Alemão e aguardando a definição da COOPERLIBERDADE - Cooperativa Eu Quero Liberdade sobre o local de instalação da mini usina, o projeto entra em sua fase de conclusão. 

Nas fotos podemos verificar também, além das duas usinas construídas para as cooperativas do Complexo do Alemão e as obras de infraestrutura no telhado da COOPCAL, a construção em fase final de um equipamento para lavagem de bombonas desenvolvido pela LPM do Brasil e que deverá ser instalado na COOPAMA - Cooperativa Amigos do Meio Ambiente, no bairro de Maria da Graça, cidade do Rio de Janeiro e 2(duas) usinas de maiores capacidades, adquiridas por  empresas particulares que atenderão o mercado do Estado de São Paulo.
















terça-feira, 6 de março de 2012

Projeto Recifibras ( Artesanato com a Fibra de Bananeira) apoiado pela FAPERJ em Rio Bonito/RJ entra em sua fase final.

Visita neste dia 05 de março dos consultores João Victor Ramires e Pedro Felicíssimo a Secretaria de Meio Ambiente de Rio Bonito e ao galpão da Coopfibra serviu para definir as ações finais do projeto apoiado pela FAPERJ para capacitação e treinamento das artesãs da cooperativa na confecção de peças e acessórios de moda a partir do reaproveitamento da fibra do pseudocaule da bananeira.

Focado principalmente na restruturação da cooperativa e na capacitação das artesãs para redefinir uma nova tendência nas peças produzidas, o projeto de restruturação teve como metodologia de trabalho:

- Contratação de uma estilista e designer de jóias e acessórios - Profª Isabella Santoro de Carvalho
- Seleção de 13 alunas da comunidade para aprendizagem e treinamento na retirada da fibra e na tecelagem da fibra de bananeira para confecção das peças em teares próprios.
- Compra de todo o material de trabalho das artesãs e para a elaboração das peças em um total de R$ 6.500,00 aproximadamente
- 8 hrs de aulas nas quartas feiras e sextas feiras
- Pagamento de diárias e passagens de R$ 25,00/dia as alunas fornecido pelo Projeto.
- Alimentação nos dias de aula fornecida pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Rio Bonito
- Treinamento na confecção de peças e acessórios sem uso da fibra de bananeira
- Treinamento e confecção de peças e acessórios de moda com uso da fibra de bananeira
- Treinamento comercial - formação de preços e estratégias de vendas
- Aquisição de uma máquina de costura para a cooperativa no valor aproximado de R$ 700,00

Ficou decidido na reunião entre os consultores com a Secretária Municipal de Meio Ambiente de Rio Bonito, Engª Carmen Motta, as seguintes ações finais previstas para o projeto:
- Definido o dia 23 de março ( sexta feira) como o da aula final
- Confecção de 15 apostilas de treinamento do curso para distribuição as artesãs na última aula do dia 23/03 ( A elaboração já está quase concluída pela Professor Isabella Santoro)
- Elaboração e Confecção de 3(três) mostruários com as melhores peças produzidas durante o curso pelas artesãs mesclando a fibra de bananeira e as bijuterias.
- Participação em uma feira ou evento.

Nas fotos vêem-se os pagamentos sendo efetuados para as últimas aulas de diárias e passagens das alunas artesãs e fotos de algumas das novas peças confeccionadas com a fibra de bananeira pelas artesãs da cooperativa e que compõe o mostruário: